sábado, 24 de outubro de 2015

Inscrições abertas para o mestrado e doutorado em Administração da Unifor

Inscrições abertas para o mestrado e doutorado em Administração da Unifor

Candidatos têm até 23 de novembro para se inscrever. 
São ofertadas um total de 40 vagas.


A Pós-Graduação em Administração de Empresas abrange uma área de concentração: Fundamentos e Processos Estratégicos para a Sustentabilidade (Foto: Ares Soares/Unifor)
A Pós-Graduação em Administração de Empresas abrange uma área de concentração: Fundamentos e Processos Estratégicos para a Sustentabilidade (Foto: Ares Soares/Unifor)
Estão abertas, de 8 de outubro a 23 de novembro, as inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas (PPGA) em 2016. Todas as informações encontram-se disponíveis no Edital Nº 52/2015.
São ofertadas até 30 vagas para o Mestrado e 10 para o Doutorado. O PPGA contempla uma área de concentração: Fundamentos e Processos Estratégicos para a Sustentabilidade, com duas linhas de pesquisa: Estratégias Organizacionais e Estudos Socioambientais. As aulas dos cursos são ministradas às segundas, terças e quartas-feiras.

As inscrições devem ser realizadas na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas, que funciona no Bloco P, Sala 17, de segunda a sexta-feira, de 8 às 11 horas e das 14 às 21 horas. O valor da taxa de inscrição é de R$ 120,00.
Seleção
O processo seletivo contemplará quatro etapas. Os candidatos ao Mestrado serão submetidos à análise do currículo, Teste ANPAD, prova escrita de conhecimento específico e a entrevista. Por sua vez, para o Doutorado serão realizados a análise do currículo, Teste ANPAD, a análise do projeto de pesquisa e a entrevista.
Os resultados serão divulgados a partir de 18 de dezembro e a matrícula será realizada em dezembro de 2015 e janeiro de 2016. O início das aulas está previsto para o dia 1º de fevereiro de 2016.
Serviço
Seleção para o Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas
Edital R Nº. 52/2015 (http://www.unifor.br/images/pdfs/ppga_selecao_edital52.2015.pdf)
Inscrições: 8 de outubro a 23 de novembro de 2015
Local: Secretaria do PPGA (Bloco P, Sala 17)
Mais informações: (85) 3477.3229 ou www.unifor.br/ppga
Aprovado texto-base que autoriza universidade pública a cobrar por curso lato sensu

Aprovado texto-base que autoriza universidade pública a cobrar por curso lato sensu

PEC votada em 1º turno permite cobrança pelos cursos de extensão, de pós-graduação lato sensu e de mestrado profissional

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21), em primeiro turno, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, do deputado Alex Canziani (PTB-PR), que permite às universidades públicas cobrar pela pós-graduação lato sensu. Os destaques apresentados à matéria serão votados na próxima semana.
Todos os três destaques, apresentados pelo PCdoB, pelo PDT e pelo DEM, pretendem retirar do texto a possibilidade de cobrança pelo mestrado profissional.
Os deputados aprovaram, por 318 votos a 129, um substitutivo de autoria do deputado Cleber Verde (PRB-MA). Segundo o texto, o ensino público superior de graduação e de pós-graduação acadêmica continuam gratuitos, mas as instituições poderão cobrar pelos cursos de extensão, de pós-graduação lato sensu e de mestrado profissional.
A exceção será para os programas de residência (em saúde) e de formação de profissionais na área de ensino, que continuarão gratuitos.
Em qualquer situação, deverá ser respeitada a autonomia universitária, ou seja, a universidade decidirá se deseja ou não cobrar pelos cursos.
Discussão no Supremo

O autor da proposta ressalta que várias universidades já oferecem cursos lato sensu e cobram por isso. “Essa discussão está no Supremo Tribunal Federal (STF) e, segundo o texto atual da Constituição, a decisão poderá ser de proibir a cobrança, mas, sem essa PEC, as universidades não poderão mais ofertar esses cursos”, afirmou Canziani.

O assunto foi parar no Supremo porque o Ministério Público tem contestado a cobrança com base no argumento de que a Constituição prevê a gratuidade do ensino público oficial para todos os níveis.
Demanda empresarial

Segundo o deputado Cleber Verde, que foi relator da PEC na comissão especial, a aprovação do texto vai encerrar processos judiciais que questionem a cobrança já feita por universidades públicas em cursos de pós-graduação lato sensu, especializações e mestrado profissional.

“Como esses cursos são voltados ao mercado de trabalho, não cabe à universidade retirar verbas de outras áreas para custeá-los. São cursos profissionalizantes, feitos por demanda que vem da empresa, de órgãos públicos, para a capacitação daquele trabalhador. Não é justo que a universidade, que já tem os seus custos diminuídos, tenha de custear também os profissionalizantes”, afirmou Cleber Verde.
Pressa no debate

Para a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), as entidades do setor presentes em audiência pública realizada pela Comissão de Educação na manhã desta quarta-feira não tiveram posições fechadas a favor do tema. “Por que a pressa, se a comunidade universitária ou é contra ou não tem posição fechada sobre o tema?”, questionou.

Ela alertou que o substitutivo vai esvaziar os investimentos nas áreas públicas, como no mestrado stricto sensu. “Haverá desestruturação do stricto sensu, que migrará para o mestrado profissional, e será a janela de oportunidade para se votar a privatização. Isso nós não podemos aceitar”, disse a parlamentar.
Alice Portugal lembrou que, na busca por recursos, as universidades vão oferecer mais o mestrado profissional que o acadêmico, pois ambos teriam equivalência na formação profissional do aluno.
O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) alertou que a mudança no tema pode significar um precedente para a cobrança em outras fases do ensino. “A matéria não é simples e precisa ser mais debatida”, disse.
Processo de privatização

No mesmo sentido, o líder do Psol, deputado Chico Alencar (Psol-RJ), disse que a medida contraria os princípios de educação pública, universal e de qualidade. “Acaba ferindo e abrindo uma porta perigosa para o papel estratégico do sistema educacional público”, disse o deputado, referindo-se à possibilidade de privatização.

Para o deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA), a proposta vai “entregar patrimônio científico aos que se alimentam do lucro”.
Autonomia garantida

Já o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) disse que a norma não privatiza universidades públicas. “A PEC faculta e não obriga a cobrança. A universidade vai decidir se cobra ou não pelos cursos de pós-graduação lato sensu e mestrado profissional”, defendeu.

A deputada Dorinha Seabra Rezende (DEM-GO) afirmou que as universidades que atualmente cobram por cursos de especialização e mestrado profissional puderam investir nas suas instalações. “As universidades públicas estão sucateadas, e a cobrança está ajudando a mantê-las. Vivemos um grave problema de orçamento”, disse.
Entretanto, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) lembrou que os reitores das universidades federais não defendem o texto e que haverá repercussões, por mais que a proposta, no curto prazo, legalize situações atuais. “Existe uma corrente de pensamento que quer o processo de privatização. Vamos abrir a possibilidade para fazê-lo?”, questionou.

Fonte: Câmara

Quem sou eu?



              Quem 
sou eu?

Meu nome é Reniéslei Maciel, nasci em Maringá no Paraná. Sou filho de Julice de Paula Lima (A melhor mãe do mundo).

Minha infância foi um pouco confusa quanto a quem seria eu quando crescesse. Sempre quis ser médico, queria cuidar das pessoas e fazer a diferença na vida de alguém, com o passar do tempo, fui me identificando com a carreira militar. Queria ser da Marinha, fui até Angra dos Reis fazer um concurso, mas não deu muito certo.

Aos 14 anos, entrei como estagiário no Laboratório do Hospital Santa casa. Decidi, ia ser biomédico. Era fantástico aos meus olhos aquela profissão. Conversava com os profissionais da época e quanto mais conversávamos, mais crescia o anseio e o desejo de ser biomédico.

Com o valor da bolsa de estágio, resolvi fazer alguns cursos, dentre eles estava alguns de edição gráfica como o Adobe Photoshop. Me apaixonei.

Realmente esse programa era especial. A capacidade de realizar diversas coisas, além de criar do nada uma imagem impressionante me fascinavam.

Fui me aprofundando na ferramente em casa, mas ainda tinha em meu coração do desejo de estudar biomedicina.

O tempo foi passando e eu não consegui ser biomédico, não pela falta de oportunidade, mas porque a publicidade chamava mais alto.

Fiz o enem e consegui uma nota razoável. Pensei, vou fazer Administração com Habilitação em Marketing, tem tudo haver com o que eu gosto e se o Marketing não der certo, tenho a administração como raiz.

Cursei e percebi. Era isso que eu queria! Hoje tenho uma agência de publicidade e estudo Docência no Ensino Superior (Pós) e pretendo entrar no mestrado.

Aqui você poderá acompanhar minha rotina e meus desafios nessa meta.